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Rússia: Visitante capta transformações na história de Moscou


Está um pouco para lá da Europa, um pouco para cá da Ásia. Para os siberianos, é "o Oeste"; para seus moradores, é a Cidade Mãe. Foi também chamada de Terceira Roma quando adotou o cristianismo ortodoxo e era até recentemente o centro de um dos maiores impérios do planeta.
 

 

Transeuntes diante da Catedral de São Basílico

Transeuntes diante da Catedral de São Basílico

Em Moscou, a dimensão simbólica muitas vezes ultrapassa a realidade. A mera menção de seu nome evoca algo maior do que uma simples capital, tanto para os russos quanto para os estrangeiros. Objeto de desejo de Exércitos inimigos, envolta em mistério para quem vem de fora; para seus moradores, é o lugar da pureza do sangue e do solo da Rússia.

Como nenhum outro local, a cidade reflete as ambigüidades desse país, onde brutalidade e delicadeza são inseparáveis. Capaz de produzir armas atômicas e passos de balé, é responsável por um dos maiores legados culturais da humanidade. Não se escreve a história da cultura sem nomes complicados como Rachmaninov, Dostoiévski e Nijinski.

Compreender a Rússia significa compreender também a dicotomia entre Moscou e São Petersburgo, como as duas faces de uma moeda. Se São Petersburgo está voltada para o Ocidente, em Moscou reside a tradição genuinamente russa. Se uma é o centro cultural, a outra é o centro político e religioso. Se aquela é a cabeça da Rússia, esta é seu coração.

Conhecê-la não é somente uma experiência de deleite visual. Moscou faz rever conceitos políticos e estéticos, exige a todo momento uma interpretação de sua própria história, construída por uma incrível capacidade humana de transformação.

Da Rússia czarista, passando pelo período soviético e assimilando o mundo moderno em apenas um século, três cidades parecem ter sido construídas no mesmo lugar. No entanto, em vez de desconfigurar a cidade, essa conturbada história de sucessivas e violentas mudanças criou uma cidade de identidade própria, onde catedrais do século 15 dividem espaço com monumentos comunistas, onde déspotas brutais conviveram com gênios da arte e onde a aparente frieza de seu povo rapidamente dá lugar ao espírito de diversão.

E o momento é de ebulição. Quinze anos depois do colapso da União Soviética, Moscou agora experimenta as liberdades e as desilusões do capitalismo, que aqui chegou de forma avassaladora. Quem esteve em Moscou há dez anos vai encontrar agora uma metrópole frenética. As lojas de departamentos deram lugar a butiques de marcas famosas, a vida noturna é uma das mais agitadas da Europa (se estamos na Europa). Há hotéis luxuosos e modernos, e arranha-céus são construídos para abrigar empresas dos mais diversos setores.

Com a febre das mudanças também chegaram o abismo social (é a cidade com o maior número de bilionários do mundo!) e o consumismo. Uma nova geração, para quem Stálin, Brejnev e Gorbatchov são múmias de museu, está ávida por novidades do mundo da moda e da música. A propaganda oficial do partido deu lugar a imensos outdoors com mulheres estonteantes vendendo o passaporte da felicidade.

Mas os resquícios ainda são perceptíveis. A lendária burocracia russa persiste nas esferas públicas, incrementada pela corrupção. Bustos de Lênin estão nas praças, e liberdade total de imprensa é uma utopia. O metrô já não custa quase nada, mas a ligação telefônica local ainda é grátis.

Neste caldeirão o lugar do belo está garantido. Como as cúpulas douradas das catedrais do Kremlin sob a luz límpida do inverno, a beleza salta aos olhos em meio ao trânsito e à poluição. Está nos palácios dos czares, no magnífico metrô, na rica cozinha, nos clubes noturnos, nos ícones religiosos, nas bonecas "matriushkas", nos preciosos museus, nos monumentos soviéticos, no passo das bailarinas.

E agora, mais do que nunca, essas belezas estão à disposição do viajante; nunca foi tão fácil visitar a Rússia. Lembre-se de que no passado Moscou sempre resistiu aos invasores. Hoje, já que você não pretende derrotar o Exército Vermelho, a cidade se oferece.

 

Londres

 

Vista da Cúpula do Milênio, em Londres



O que ver em Londres? O que fazer em Londres? Não se preocupe. Deixe rolar... Em Londres você não precisa procurar muito para encontrar diversão.

A cidade é cheia de histórias, como as paredes do Victoria and Albert Museum, que conservam as marcas dos bombardeios alemães durante a Segunda Guerra, ou as ruínas da Capela de Winchester ao lado do antigo The Globe.

Há museus para todos os assuntos: Museu da Guerra, Museu do Transporte, e até Museu das Prisões. Não deixe de ir ao Natural History e ao Science Museum, e, é claro, ao Museu Britânico! Mas, principalmente, ande bastante pelas ruas e mercados: é aí que você vai descobrir o discreto charme dessa cidade milenar, meca do rock e capital da inovação. "Mind the gap"(*) e embarque na aventura. Só não chegue atrasado!


(*)"Cuidado com o vão" - expressão usada no metrô (tube) para o embarque e desembarque dos passageiros.

 

Londres - Atrações

Associated Press

Turistas passeiam na roda gigante
"London Eye", próximo ao Parlamento inglês


O melhor
A Torre de Londres é um dos melhores passeios da capital inglesa, já que sua história é uma síntese da história da cidade. Situada às margens do Tâmisa, na região de um antigo forte romano, a Torre foi construída pelos conquistadores normandos.

No reinado de Henrique 8º, suas torres foram transformadas em prisão. Atualmente, a torre guarda as jóias da Coroa Britânica, que podem ser vistas pelos visitantes. Em seguida, conheça a London Bridge, que, com cerca de 800 anos, é a ponte de pedra mais antiga da cidade.

Reserve um dia para ir até a Tate Modern, galeria instalada em uma antiga usina às margens do rio Tâmisa, que apresenta obras de arte do século 20. Saindo da Tate pelo lado direito, siga pela margem do rio até o The Globe, réplica do teatro elizabetano onde Shakespeare encenou suas peças teatrais. Andando um pouco mais, você pode chegar ao local onde pesquisas arqueológicas identificaram o Globe original.

Outro passeio que vale a pena é o Hyde Park, principalmente aos domingos, passando pela Speak Corner. Lá, palanques são armados e abertos para quem quiser discursar ou defender alguma causa.


O pior
Em Londres, há muitas opções em alimentação. Mas, se você escolher uma rede de "fast food", evite o Mc Donald's. O atendimento é demorado, e as lojas são meio bagunçadas.


CURIOSIDADES
Incêndio
Em 1666, a cidade foi reformulada por causa do grande incêndio que destruiu toda a região de Southwark. O desenvolvimento do comércio e da indústria durante o governo dos Tudor transformou a Inglaterra no mais poderoso centro econômico do mundo.

Em Kensinton Gardens, junto ao Hyde Park, há ainda o palácio que foi a última residência da princesa Diana.

Covent Garden
Covent Garden, célebre por funcionar no antigo mercado municipal, foi o palco das primeiras cenas do filme "My Fair Lady", com Audrey Hepburn no papel da vendedora de flores que impressiona o professor vivido por Rex Harrison.

Catedral de Saint Paul
Na City, o centro financeiro de Londres, pode-se conhecer a catedral de Saint Paul. Na hora do almoço, muitas pessoas que trabalham na região vão até os jardins para comer lanches e relaxar um pouco.


DIVERSÃO
A vida noturna da cidade é bastante agitada. Há dezenas de pubs, restaurantes, danceterias, teatros e cinemas. No verão, as ruas são movimentadas pelo menos até as 23h, e os clubes funcionam madrugada adentro.

 

Antilhas Holandesas

 

 

As Antilhas Holandesas são formadas por dois grupos de ilhas caribenhas. Um deles, o principal, é formado pelas ilhas de Curaçao (444km²) e Bonaire (288 km²) e o outro formado por três pequenas ilhas vulcânicas, Santo Eustáquio (21 km²), Saba (13 km²) e São Martinho (St. Marteen) (34 km²). A capital é Willemstad, na ilha de Curaçao, com cerca de 50 mil habitantes.

Em 1499, o espanhol Alonso de Ojeda aportou nas ilhas e levou seus habitantes para trabalharem como escravos na ilha de Hispaniola, atual Haiti e República Dominicana. Os acionistas da Companhia das Índias Ocidentais, criadas pelos holandeses, decidiram em 1634 invadir Curaçao e, sem encontrar resistência dos espanhóis, essa ilha tornou-se importante centro para ao comércio de escravos da Companhia.

Em 1648, o Tratado de Westfalen deu aos holandeses o controle das ilhas da Antilha. No início do século 19, em razão das guerras napoleônicas, grande parte das ilhas passaram por um período sob controle inglês (1805 a 1816).

Ainda que o tráfico de escravos tivesse sido proibido desde 1814, somente em 1863 foi abolida a escravidão nas ilhas.

Durante o século 20, a indústria de petróleo trouxe vários imigrantes para as ilhas, mas nas últimas décadas, a automação produziu uma redução significativa no números de postos de trabalho e a opção pelo turismo tornou-se mais enfática.

Em 1980, as seis ilhas que compunham as Antilhas Holandesas foram chamadas a se manifestar sobre sua situação política. Dentre elas, somente Aruba decidiu ser um Estado associado individual, separando-se da federação em janeiro de 1986.

A maioria da população é formada por descendentes de escravos, além de caribenhos e descendentes de espanhóis e holandeses. O holandês é a língua oficial mas o papiamento é o idioma mais usado, dialeto que mistura inglês, espanhol, português e algumas línguas africanas.

Conhecidas por suas praias de areia branca e mar muito azul, as ilhas das Antilhas Holandesas são um lugar indicado para o mergulho e outros esportes naúticos. Os cassinos também surgem como uma das atrações do turismo local. As ilhas constam da maior parte dos roteiros de cruzeiros que fazem a rota do Caribe.

Outra atração é o grande centro comercial em Willemstad, famoso por seus preços atrativos e pela diversidade de perfumes, relógios, jóias em ouro e pedras preciosas, artigos de couro, bebidas e o licor de Curaçao.

 

 

 

Madagascar oferece aos turistas cenários com praias e montanhas


da Folha Online

As paisagens exibidas na animação "Madagascar", que estréia no Brasil no dia 24 de junho, podem fazer com que turistas se empolguem em visitar a ilha da África oriental que fica no oceano Índico. Muito sol, praia, vegetação densa e animais pouco comuns para os brasileiros --caso dos lêmures-- fazem parte dos cenários da quarta maior ilha do mundo.

Madagascar garante seu lugar nesse ranking das dimensões, atrás apenas da Groenlândia, Papua-Nova Guiné e Bornéu, por causa de seus 587 mil km2 --área equivalente ao dobro do Estado do Arizona, nos Estados Unidos.



Parte dessa imensidão foi registrada no filme e teve as imagens aprovadas, inclusive, pelo presidente de Madagascar. O líder Marc Ravalomanana visitou os estúdios da DreamWorks durante a produção do longa, para saber como os produtores haviam concebido o visual de seu país.

Natureza


 

Reprodução

Os lêmures são animais típicos da ilha de Madagascar

Os lêmures são animais típicos da ilha de Madagascar

A ilha --separada do continente africano há cerca de 160 milhões de anos-- é cortada por montanhas que a dividem de maneira geográfica, climática e cultural. A costa leste, por exemplo, é formada por mata densa e grandes conglomerados de árvores, enquanto a costa oeste tem vegetação rasteira.

Os contrastes também estão presentes quando se considera a latitude: além do sol intenso retratado no filme "Madagascar", no topo das montanhas faz frio durante o inverno. A capital, Antananarivo, fica em uma dessas regiões altas, no centro da ilha.

Um animal freqüentemente associado ao local é o lêmure. Há também cerca de 340 espécies de répteis e 222 anfíbios na ilha --deste último grupo, apenas uma espécie pode ser encontrada em outros lugares do mundo. Cerca de 50% das 209 espécies de passáros de Madagascar também são endêmicas (restritas à região).

Uma das atrações mais visitadas da ilha é o parque nacional Montagne d'Ambre, na região de Antsiranana. No local é possível observar diversas espécies de flora e fauna desconhecidas dos turistas.

Cidade


 

Reprodução

A ilha tem montanhas que a dividem de maneira climática

A ilha tem montanhas que a dividem de maneira climática

Antananarivo (ou "Anta"), é superpopulosa, assim como outras capitais africanas. Em algumas regiões da cidade, os pedestres disputam espaço com vendedores de rua que abordam os turistas com seus produtos típicos.

Se quiser fugir do agito, o turista pode visitar as ruínas de Rova, que já foi a moradia de reis. A construção fica no topo da montanha mais alta, de onde é possível observar uma extensão de diversos quilômetros em todas as direções.

No local é possível ouvir o malgaxe e francês --as línguas oficiais faladas pelos cerca de 18 milhões de habitantes de Madagascar. Há também pessoas que falam dialetos e inglês. O francês tem presença garantida porque, até 1960, a ilha foi colônia do país europeu. Neste mesmo ano o país conquistou sua independência e, em 1992, tornou-se uma república.

 

 

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